Introdução

Com o aumento exponencial do uso de dispositivos móveis para acessar a internet, a abordagem Mobile First se tornou uma prática essencial no design e desenvolvimento de sites e aplicativos. O conceito de Mobile First prioriza a criação de experiências otimizadas para dispositivos móveis antes de considerar dispositivos de tela maior, como tablets e desktops. Esta abordagem garante que todos os usuários, independentemente do dispositivo que utilizam, tenham uma experiência satisfatória e funcional.

Princípios do Mobile First

1. Prioridade para dispositivos móveis

A base do design e desenvolvimento é feita considerando as limitações e necessidades dos dispositivos móveis. Isso inclui o tamanho reduzido da tela, a capacidade de processamento e a velocidade de conexão, que geralmente é mais lenta e menos estável do que em desktops.

2. Conteúdo essencial

No Mobile First, o conteúdo e funcionalidades mais importantes são priorizados. Elementos secundários são adicionados à medida que a tela aumenta. Isso garante que os usuários móveis tenham acesso ao que realmente importa sem distrações desnecessárias.

3. Performance e otimização

A performance é um foco central na abordagem Mobile First. Isso inclui otimização de imagens, minimização de código e uso eficiente de recursos para garantir tempos de carregamento rápidos e uma experiência de usuário fluida, mesmo em conexões móveis mais lentas.

4. Design responsivo

O Mobile First é frequentemente combinado com design responsivo, onde o layout se adapta dinamicamente a diferentes tamanhos de tela. Isso proporciona uma experiência consistente e agradável em todos os dispositivos, desde smartphones até desktops.

Benefícios do Mobile First

Melhor experiência do usuário

Ao focar primeiro nos dispositivos móveis, garante-se que a experiência do usuário seja fluida e intuitiva, independentemente do dispositivo. Isso é crucial, já que a navegação móvel é prevalente e os usuários esperam uma experiência de alta qualidade.

Melhorias no SEO

Motores de busca, como o Google, favorecem sites otimizados para dispositivos móveis em seus rankings. Isso pode melhorar significativamente a visibilidade do site nos resultados de busca, atraindo mais tráfego orgânico.

Desempenho aprimorado

A otimização para dispositivos móveis resulta em sites mais rápidos e eficientes. Isso não só melhora a experiência do usuário, mas também pode levar a melhores taxas de conversão e menor taxa de rejeição.

Acessibilidade

A abordagem Mobile First garante que o site seja acessível para a maior parte dos usuários, já que a navegação móvel é dominante. Isso inclui consideração para diferentes tipos de conexões de internet e dispositivos com diversas capacidades.

Implementação do Mobile First

Planejamento e estruturação

O primeiro passo é planejar a estrutura do site ou aplicativo para dispositivos móveis. Isso envolve identificar os elementos e funcionalidades essenciais que devem estar presentes na versão móvel.

Desenvolvimento

Desenvolva o layout inicial para dispositivos móveis, utilizando técnicas de design responsivo (como media queries) para adaptar o layout à medida que o tamanho da tela aumenta. Isso assegura que o design seja flexível e adaptável a diferentes dispositivos.

Testes

Realize testes rigorosos em diversos dispositivos móveis para garantir que a funcionalidade e a aparência sejam consistentes e satisfatórias. Ferramentas de testes de responsividade, como BrowserStack e Responsinator, podem ser muito úteis nesse processo.

Expansão para telas maiores

Após garantir que a versão móvel está otimizada, adicione elementos adicionais e melhorias de layout à medida que o design é adaptado para tablets e desktops. Isso pode incluir funcionalidades extras que não são essenciais para a experiência móvel, mas que enriquecem a experiência em telas maiores.

Ferramentas e técnicas comuns

CSS Media Queries

As media queries do CSS são utilizadas para aplicar diferentes estilos a diferentes tamanhos de tela, garantindo que o layout seja responsivo e adaptável.

Frameworks CSS

Frameworks como Bootstrap e Foundation são projetados com uma abordagem Mobile First, facilitando a criação de designs responsivos e otimizados para dispositivos móveis.

Testes de responsividade

Ferramentas como BrowserStack e Responsinator permitem testar como o site se comporta em diferentes dispositivos e resoluções, assegurando uma experiência consistente.

Conclusão

A abordagem Mobile First é essencial no desenvolvimento moderno de sites e aplicativos, garantindo que todos os usuários tenham uma experiência eficiente e funcional, independentemente do dispositivo que utilizam. Ao priorizar a experiência móvel, desenvolvedores e designers podem criar soluções mais acessíveis, rápidas e agradáveis, resultando em maior satisfação do usuário e melhor desempenho geral do site ou aplicativo. Adotar o Mobile First não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para se manter relevante e competitivo no mercado digital atual.

Oi pessoal, tudo bem? Para quem não me conhece, sou a Mariane Renner, Tech Recruiter da Deeploy e faço parte do setor de People, onde eu recruto e cuido do bem-estar dos nossos deeployers.

Hoje vamos conversar um pouco sobre os critérios de contratar um profissional de UX ou Produto, vamos lá?

A experiência do usuário é um dos elementos mais cruciais para o sucesso de qualquer produto digital. Contratar o profissional de UX certo pode transformar a maneira como os usuários interagem com seu produto, garantindo satisfação, retenção e conversão.

No entanto, encontrar o candidato ideal pode ser um desafio, dado o amplo conjunto de habilidades necessárias e as diversas especializações dentro do campo de UX. Por isso na Deeploy, você pode contar com o nosso time de especialistas para criar ou completar o seu time de UX.

Aqui estão os principais critérios a considerar ao contratar um profissional de UX.

1. Portfólio sólido e diversificado

Um dos aspectos mais importantes na contratação de um profissional de UX é avaliar seu portfólio. Um portfólio sólido deve demonstrar uma variedade de projetos que o candidato já trabalhou, destacando:

  • Diversidade de projetos: experiência com diferentes tipos de produtos (websites, aplicativos móveis, software empresarial, etc.).
  • Processo de design: documentação do processo de design, desde a pesquisa e concepção até a prototipagem e testes de usabilidade.
  • Resultados: impacto mensurável dos projetos em que trabalhou, como aumento na conversão de usuários ou melhorias na satisfação do cliente.

2. Habilidades técnicas

Um bom profissional de UX deve possuir um conjunto robusto de habilidades técnicas, incluindo:

  • Ferramentas de design: proficiência em ferramentas como Sketch, Figma, Adobe XD, InVision, entre outras.
  • Prototipagem: habilidade em criar protótipos de alta e baixa fidelidade para testar e validar ideias de design.
  • Pesquisa de usuários: conhecimento em métodos de pesquisa de usuários, como entrevistas, testes de usabilidade, e análises heurísticas.
  • Análise de dados: capacidade de analisar dados de comportamento do usuário e feedback para informar decisões de design.

3. Habilidades interpessoais

As habilidades interpessoais são essenciais para um profissional de UX, pois eles frequentemente trabalham em estreita colaboração com equipes multifuncionais. As habilidades chave incluem:

  • Comunicação: capacidade de apresentar ideias de design de forma clara e concisa para stakeholders e membros da equipe.
  • Empatia: habilidade para entender e considerar as necessidades e emoções dos usuários.
  • Colaboração: eficiência em trabalhar com desenvolvedores, gerentes de produto, e outros designers.

4. Experiência e histórico profissional

A experiência prévia do candidato pode fornecer insights valiosos sobre sua capacidade de adaptação e contribuição para a sua equipe. Considere:

  • Histórico de trabalho: experiência em empresas de diferentes tamanhos e setores, incluindo startups e grandes corporações.
  • Tipos de projetos: envolvimento em projetos complexos que exigem habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico.
  • Contribuições e resultados: realizações específicas e o impacto tangível de seu trabalho em projetos anteriores.

5. Conhecimento de design centrado no usuário

Um bom profissional de UX deve ter uma forte compreensão dos princípios de design centrado no usuário (UCD), que incluem:

  • Pesquisa e análise de usuários: capacidade de conduzir pesquisas aprofundadas para entender os comportamentos e necessidades dos usuários.
  • Testes de usabilidade: implementação de testes de usabilidade para identificar e resolver problemas de design.
  • Iteração de design: prática de iterar e melhorar continuamente o design com base no feedback dos usuários e nos resultados dos testes.

6. Cultura e ajuste de equipe

Encontrar um profissional de UX que se ajuste bem à cultura da empresa é crucial para garantir uma colaboração eficaz e um ambiente de trabalho positivo. Considere:

  • Valores e ética de trabalho: alinhamento dos valores pessoais e profissionais do candidato com a missão e visão da empresa.
  • Adaptabilidade: capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças e trabalhar em um ambiente dinâmico.
  • Trabalho em equipe: disposição e habilidade para colaborar de forma eficaz com todos os membros da equipe.

7. Atualização e aprendizado contínuo

A área de UX está em constante evolução, com novas ferramentas, técnicas e melhores práticas surgindo regularmente. Um bom profissional de UX deve demonstrar:

  • Curiosidade e iniciativa: interesse em aprender e se atualizar continuamente sobre as últimas tendências e tecnologias em UX.
  • Participação em comunidades: envolvimento em comunidades de design, como participação em conferências, workshops, e meetups.
  • Certificações e cursos: busca contínua por educação adicional e certificações relevantes.

Conclusão

Contratar o profissional de UX certo requer uma avaliação cuidadosa de suas habilidades técnicas, experiência, habilidades interpessoais e alinhamento com a cultura da empresa. Um bom profissional de UX não apenas melhora a usabilidade de seus produtos, mas também contribui para a satisfação e lealdade dos usuários.

Espero que tenham gostado das minhas dicas, e se você tem uma empresa ou faz parte de um time de UX, me chama no LinkedIn para conhecer os serviços da Deeploy e potencializar ainda mais as entregas e a UX do seu Produto.

A importância de ter um time focado em UX na sua empresa

Nos últimos anos, a experiência do usuário tem se tornado um fator crucial para o sucesso de produtos e serviços no mercado. Com a crescente concorrência e as expectativas cada vez maiores dos consumidores, investir em um time focado em UX não é mais uma opção, mas uma necessidade estratégica para qualquer empresa que deseja se destacar.

Por isso, hoje vamos explorar as vantagens de ter um time de UX dedicado e como isso pode beneficiar a sua empresa, fica comigo.

1. Melhoria na satisfação do cliente

Um dos principais objetivos do design de UX é criar produtos e serviços que sejam intuitivos e agradáveis de usar. Um time de UX focado entende as necessidades e expectativas dos usuários e trabalha para criar soluções que atendam a essas demandas. O resultado é uma experiência positiva que aumenta a satisfação do cliente, tornando-o mais propenso a continuar utilizando seus produtos ou serviços.

2. Aumento da conversão e retenção

Interfaces bem projetadas não apenas atraem novos usuários, mas também ajudam a converter visitantes em clientes e a reter os clientes existentes. Um bom design de UX facilita a navegação e a interação, tornando o processo de conversão mais natural e menos frustrante. Além disso, uma experiência de usuário satisfatória aumenta a probabilidade de que os clientes retornem, reduzindo a taxa de churn.

3. Redução de custos

Embora investir em UX possa parecer um custo inicial alto, a longo prazo, isso pode resultar em economias significativas. Produtos bem projetados desde o início exigem menos correções e atualizações. Além disso, interfaces intuitivas reduzem a necessidade de suporte ao cliente, economizando tempo e recursos que podem ser direcionados para outras áreas da empresa.

4. Vantagem competitiva

No mercado competitivo de hoje, empresas que oferecem uma excelente experiência de usuário têm uma vantagem significativa sobre aquelas que não o fazem. Um time de UX dedicado pode ajudar sua empresa a se diferenciar da concorrência, oferecendo produtos e serviços que não apenas atendem, mas superam as expectativas dos usuários. Isso pode ser um fator decisivo na escolha do consumidor.

5. Aumento da eficiência interna

O design de UX não se aplica apenas aos produtos destinados aos clientes externos. Ferramentas e sistemas internos também se beneficiam de uma boa experiência de usuário. Ao melhorar a usabilidade de ferramentas internas, a produtividade dos funcionários pode aumentar, tornando os processos internos mais eficientes e menos propensos a erros.

6. Engajamento e lealdade

Uma experiência de usuário positiva promove o engajamento e a lealdade do cliente. Usuários satisfeitos são mais propensos a se tornar defensores da marca, recomendando seus produtos ou serviços a amigos e familiares. Isso não apenas aumenta a base de clientes, mas também fortalece a reputação da marca no mercado.

7. Dados e feedback valiosos

Um time de UX geralmente conduz pesquisas e testes com usuários, o que proporciona dados e insights valiosos. Esse feedback direto dos usuários pode orientar decisões estratégicas e ajudar a identificar oportunidades de melhoria. Compreender o comportamento e as necessidades dos usuários permite criar soluções mais eficazes e inovadoras.

8. Melhoria contínua do Produto

Com um foco constante na experiência do usuário, as empresas podem iterar e melhorar continuamente seus produtos. Um time de UX dedicado está sempre buscando formas de otimizar a usabilidade e a satisfação do usuário, garantindo que seus produtos permaneçam relevantes e competitivos no mercado.

Conclusão

Investir em um time de UX é um passo estratégico que pode trazer inúmeros benefícios para a sua empresa. Desde a melhoria da satisfação do cliente até a redução de custos e a obtenção de uma vantagem competitiva, as vantagens são claras. Em um mercado onde a experiência do usuário é cada vez mais valorizada, ter um time de UX dedicado pode ser a chave para o sucesso e a sustentabilidade a longo prazo da sua empresa.

Se você ainda não tem um time de UX na sua empresa, agora é o momento perfeito para começar a investir nessa área crucial. Os benefícios são evidentes, e o retorno sobre o investimento pode ser significativo, tanto em termos de satisfação do cliente quanto em resultados financeiros.

Para dar esse passo no seu negócio, agende uma call com os nossos especialistas e conheça os formatos de contratação para o seu time de UX.

Nos dias de hoje, a experiência do usuário tornou-se um aspecto crucial para o sucesso de qualquer serviço, seja ele digital ou físico. Mas o que exatamente significa UX Service e por que ele é tão importante? Este artigo tem como objetivo fornecer uma introdução abrangente ao UX Service, explicando seus componentes essenciais, benefícios e exemplos de aplicação.

E na Deeploy, temos como missão entender também os impactos positivos que um negócio tem ao investir nas áreas de UX e Produto, por isso o artigo de hoje está muito focado nos benefícios de um produto focado em seus usuários e os componentes/práticas que levam um UX Service, confira:

O que é UX Service?

UX Service, ou User Experience Service, refere-se ao conjunto de práticas e metodologias que visam melhorar a experiência do usuário em todas as suas interações com um serviço. Em outras palavras, é sobre garantir que os usuários possam utilizar um serviço de maneira eficiente, intuitiva e satisfatória. Isso abrange desde o design da interface até a facilidade de navegação, a clareza das informações e a satisfação geral do usuário.

Por que o UX Service é importante?

  1. Satisfação do usuário: um serviço bem projetado que atende às necessidades dos usuários pode aumentar significativamente a satisfação e a lealdade dos clientes.
  2. Eficiência operacional: melhorar a experiência do usuário pode reduzir o tempo necessário para completar tarefas e diminuir a necessidade de suporte ao cliente.
  3. Aumento da conversão: interfaces intuitivas e agradáveis podem aumentar as taxas de conversão, seja em vendas, cadastros ou outros objetivos do negócio.
  4. Diferenciação competitiva: em mercados competitivos, uma excelente UX pode ser um diferencial significativo, ajudando a atrair e reter clientes.

Componentes do UX Service

1. Pesquisa com usuários

Antes de começar qualquer projeto de UX, é essencial entender quem são seus usuários e quais são suas necessidades, comportamentos e expectativas. Isso pode ser feito por meio de:

  • Entrevistas: conversas diretas com usuários para entender suas necessidades e desafios.
  • Pesquisas: coleta de dados quantitativos e qualitativos sobre as preferências e comportamentos dos usuários.
  • Testes de usabilidade: observação de usuários reais interagindo com o serviço para identificar problemas e oportunidades de melhoria.
  • Análise de dados: utilização de dados existentes para obter insights sobre o comportamento do usuário.

2. Design de interação

O design de interação foca em criar interfaces que sejam intuitivas e eficientes. Isso inclui:

  • Organização das informações: estruturar o conteúdo de maneira lógica e acessível.
  • Navegação: garantir que os usuários possam encontrar facilmente o que procuram.
  • Feedback visual: fornecer feedback visual claro para ações do usuário, como cliques e toques.

3. Prototipagem

Prototipar é criar versões preliminares de um produto ou serviço para testar conceitos e fluxos de interação antes da implementação final. Existem diferentes níveis de prototipagem:

  • Wireframes: esboços básicos que mostram a estrutura e layout das páginas.
  • Mockups: representações mais detalhadas com design visual.
  • Prototipos interativos: versões que permitem interação limitada para testar a usabilidade.

4. Testes de usabilidade

Os testes de usabilidade são essenciais para avaliar como os usuários reais interagem com o protótipo ou produto final. Isso ajuda a identificar problemas e áreas de melhoria. Métodos comuns incluem:

  • Sessões de teste moderadas: onde um moderador guia os usuários enquanto eles realizam tarefas específicas.
  • Testes remotos: usuários realizam tarefas em seus próprios dispositivos, sem a presença de um moderador.
  • Testes A/B: comparação de duas versões diferentes de uma interface para ver qual funciona melhor.

5. Design visual

O design visual é responsável pela estética do serviço. Ele deve ser atraente, coerente e funcional. Elementos importantes incluem:

  • Identidade visual: uso consistente de cores, fontes e estilos.
  • Layout: disposição dos elementos na página de maneira clara e intuitiva.
  • Responsividade: garantir que o design funcione bem em diferentes dispositivos e tamanhos de tela.

6. Desenvolvimento de conteúdo

O conteúdo é uma parte crucial da experiência do usuário. Ele deve ser claro, conciso e relevante. Isso inclui:

  • Texto: redação clara e direta que comunica a mensagem de maneira eficaz.
  • Imagens e vídeos: uso de multimídia para complementar e enriquecer o conteúdo textual.
  • Microcopy: pequenos textos, como mensagens de erro e instruções, que ajudam a guiar o usuário.

7. Acompanhamento e iteração

O trabalho de UX não termina com o lançamento do serviço. É importante monitorar continuamente a experiência do usuário e fazer ajustes conforme necessário. Isso pode ser feito por meio de:

  • Feedback dos usuários: coleta de opiniões e sugestões dos usuários.
  • Análise de dados: monitoramento de métricas de uso e desempenho.
  • Iteração contínua: realização de melhorias incrementais com base no feedback e nos dados coletados.

Benefícios do UX Service

Investir em UX Service traz diversos benefícios para empresas e usuários. Alguns dos principais são:

1. Aumento da satisfação do cliente

Quando um serviço é fácil de usar e atende às necessidades dos usuários, a satisfação aumenta. Isso pode levar a uma maior lealdade e recomendação do serviço.

2. Redução de custos

Uma boa experiência do usuário pode reduzir a necessidade de suporte ao cliente, diminuindo os custos operacionais. Além disso, serviços bem projetados são menos propensos a erros e problemas, o que também reduz os custos de manutenção.

3. Melhoria nas taxas de conversão

Interfaces intuitivas e agradáveis podem aumentar as taxas de conversão, seja em vendas, cadastros ou outros objetivos do negócio. Isso ocorre porque os usuários têm uma experiência mais fluida e sem atritos.

4. Diferenciação no mercado

Em mercados competitivos, oferecer uma excelente experiência do usuário pode ser um diferencial significativo. Isso pode ajudar a atrair novos clientes e reter os existentes.

Exemplos de aplicação de UX Service

Bancos digitais

Os bancos digitais estão na vanguarda da aplicação de UX Service. Eles investem pesado em pesquisa com usuários, design de interação e prototipagem para garantir que seus aplicativos sejam fáceis de usar e seguros. Isso inclui a simplificação do processo de abertura de conta, a navegação intuitiva e a oferta de suporte ao cliente diretamente pelo app.

E-commerce

No e-commerce, a experiência do usuário é crucial para aumentar as vendas. Isso envolve otimizar o processo de compra online, desde a busca de produtos até o checkout. O design visual atrativo, a navegação eficiente e as descrições claras de produtos são fundamentais para minimizar os abandonos de carrinho e aumentar a satisfação do cliente.

Serviços públicos online

Governos também estão adotando práticas de UX Service para melhorar a acessibilidade e a eficiência de seus serviços online. Isso pode incluir a criação de portais fáceis de navegar, onde os cidadãos podem acessar informações e realizar procedimentos de maneira rápida e intuitiva.

Conclusão

UX Service é uma abordagem centrada no usuário que visa criar serviços não apenas funcionais, mas também agradáveis e eficientes. Investir em UX Service pode trazer benefícios significativos, desde a satisfação do usuário até a diferenciação competitiva no mercado.

Se você está começando nesse campo, é importante entender os componentes essenciais e as metodologias envolvidas para criar experiências excepcionais para os usuários. Lembre-se, a chave para um bom UX é sempre colocar o usuário no centro do processo de design.

Se você é um profissional de UX ou Produto e está procurando por novas oportunidades no mercado de trabalho, confira nossa página com diversas vagas!

Como essa área cinzenta prejudica contratações

UX/UI?

Se você perguntar para 5 UX/UI Designers o que exatamente fazem, é bem provável que obtenha 5 respostas diferentes. Da mesma forma, se você perguntar a 5 empresas porquê querem contratar um UX/UI Designer, também obterá 5 respostas diferentes. Isso acontece por diversos motivos, mas nesse momento, vamos nos ater ao que encontramos em nossa rotina de recrutadores especializados: Do lado dos profissionais, vemos habilidades que “mudaram de nome” mas que não condizem com as disciplinas reais de UX, além de alegações de que são capazes de fazer igualmente bem todas as tarefas do processo de UX; e do lado das empresas, vemos demandas pouco claras sobre sua real necessidade, e tarefas demais a serem executadas pela mesma pessoa. Por esse motivo, entendemos que há um equívoco na terminologia UX/UI Designer, que pode ser a principal origem desse desalinhamento de expectativas.

Como é sabido, UI é uma das disciplinas dentro do guarda-chuva de UX — assim como pesquisa, arquitetura da informação, design de interação, testes de usabilidade, estratégia de writing, e mais. Logo, já vemos aqui claramente um erro no uso do termo UX/UI, pois ele simplesmente sugere esses dois itens com o mesmo peso ao posicioná-los lado a lado. Não se sabe ao certo quando e porquê esse termo começou a ser usado dessa forma e com essa frequência, mas de fato ele mais gera confusão do que padronização tanto para profissionais quanto para empresas, a saber:

Dos profissionais

É comum que profissionais pensem: “Sou um UX/UI Designer, ou seja, tenho habilidades para fazer tanto a parte estratégica quanto a visual.” Ops — infelizmente em muito poucos casos esse discurso é verdadeiro. Por mais que você tenha conhecimentos e alguma experiência em todas as disciplinas do processo de UX tradicional, é impossível que as exerça igualmente bem. Além disso, para se obter resultados melhores e mais rápidos, é fato que esse trabalho precisa ser feito de forma coletiva, por profissionais com especialidades complementares.

Para definir melhor seu perfil profissional, deve-se ir a fundo em suas áreas de foco e forças particulares, “quebrando-as” em áreas menores como interaction design, interface design e research. Quanto mais essas forças estiverem claras e especificadas, maior (e mais valiosa) será a sua proposta de valor profissional.

Das empresas

Em empresas cuja visão em Design ainda não está totalmente consolidada, é comum que pensem “Vamos contratar um UX/UI Designer para que nosso produto seja mais amigável e bonito.”, com a expectativa de que terão suas necessidades preenchidas se contratarem apenas um ou poucos profissionais.

Com exceção de casos muito específicos em equipes enxutas (como em Startups em early stage), normalmente essa manobra em si já mostra pontos inviáveis sobre o que uma só pessoa pode fazer. Como resultado, o processo de design ficará limitado, confuso, passível de erros e perderá etapas importantes — sem contar na exaustão desse profissional (logo causando sua desistência) e fatalmente a criação de um produto final insatisfatório. Veja em nosso artigo Que tipo de profissional meu produto precisa? para um detalhamento melhor sobre as funções específicas mais comuns de UX Designers.

Para ambas partes, há um ponto de esclarecimento muito importante que não podemos deixar de citar: Experiência do Usuário não é um domínio que cabe apenas designers, menos ainda designers de produtos digitais. Como o mestre Don Norman já disse:

“Experiência do Usuário envolve todos os aspectos da interação do usuário final com a empresa, seus serviços e produtos”.

Essa frase esclarece que há muito mais envolvidos nessa experiência do que apenas designers, ou ao menos que designers com toda certeza não são os únicos responsáveis por toda a experiência. Um profissional experiente sabe muito bem que gerentes de produto, marketeiros, stakeholders executivos e desenvolvedores terão mais peso de decisão sobre a experiência final do usuário do que propriamente o Designer. Com isso, é primordial que profissionais de Design entendam e exerçam bem seu papel nesse contexto, e que empresas também entendam que proporcionar uma boa experiência ao usuário não é responsabilidade de uma só pessoa, nem mesmo de um departamento. Trata-se de um conjunto de práticas que deve ser adotado por toda a empresa, e por isso, ser de responsabilidade de todos.

Contratando melhor

Em vias práticas, uma das melhores formas de minimizar o desalinhamento citado é simplesmente esclarecer com mais exatidão qual é a sua real demanda. Por exemplo, quando uma empresa diz: “Preciso de ajuda para melhorar a UX/UI do meu produto”, não está claro o que exatamente ela precisa ou quem é a melhor pessoa para executar tal tarefa. Em vez disso, seria ideal dizer:

“Preciso descobrir porque mais da metade dos usuários (que paguei caro para atrair) desistem de concluir a jornada de compra”.

Nesse caso, é evidente que o profissional a ser adquirido precisa entender bem de pesquisa, validação, testes com usuários e limitações técnicas de tecnologia, e mais.

Puxando mais ao lado visual, seria ideal dizer:

“Preciso padronizar a tipografia, iconografia e implantar a cultura de marca em meu produto”.

Da mesma forma, está claro que o profissional a ser adquirido precisa entender de consistência, layout, regras de marca e melhores práticas de aplicação de fontes, cores e mais.

Quanto mais clara for a demanda, mais especialidades serão exigidas dos profissionais a serem contratados — diminuindo erros oriundos de informações incompletas ou rasas demais. Por isso, construir um descritivo orientado a esses indicadores gerará mais resultados positivos do que simplesmente listar todas as tarefas do processo de UX.

Conclusão

Terminologias nem sempre representam claramente a profissão. Como há disparidades entre a auto-denominação dos profissionais e a expectativa da contratação, ao abrir uma vaga, é primordial partir de qual é exatamente a real necessidade do produto. Dessa forma, Designers poderão alinhar sua proposta de valor profissional com a demanda específica.

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